quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Diário de bordo

Data Estelar 01102014
Localização Aeroporto CDG
Próxima missão Embarque Moscou

So far só good.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Rumo à estação Finlândia

Gente, estou no aeroporto de Guarulhos aguardando o voo para Paris, de onde partirei para Moscou. Na falta de um laptop estou me virando com a iBosta do iPad, o que limita em muito minha capacidade de comunicação. Provavelmente passarei os próximos dias postando fotos e pequenos comentários. Não é um preço alto para conhecer Moscou e São Petersburgo. Meu roteiro inclui o básico e irei por conta própria visitar a Estação Finlândia. Na volta passarei dois em Paris, minha segunda terra natal. Aguardem notícias.

Vício eleitoral


As expectativas, bastante difundidas, de turbulências eleitorais nesta semana depõem contra o processo eleitoral brasileiro. Não só confirmam a participação sistemática, no confronto das candidaturas, de fatores alheios à natureza política e programática das eleições presidenciais, como indicam que a percepção destes fatores não leva a contê-los.

São comuns as referências, como fatos dos próximos dias, a novos e tumultuosos vazamentos de acusações, reais ou não, feitas pelo corrupto da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e pelo doleiro Alberto Youssef sob alegado segredo de Justiça. Não por acaso, uns lembram que ainda sairá uma edição de "Veja" antes da votação, e quando nem haverá tempo para contestações eficazes. Outros citam o debate organizado pela TV Globo, na quinta-feira (2).

Haja ou não participação nova daqueles dois personagens relevantes da campanha eleitoral, a expectativa de novas contribuições suas depõe não só contra o processo eleitoral, mas também contra a imprensa e as emissoras. Em todas as eleições, a dimensão eleitoral dos fatores extracampo depende do sentido, da relevância e da indumentária de confiabilidade que a chamada mídia lhes atribua. Uma bolinha de papel na cabeça de José Serra poderia ser apenas isso mesmo, não fosse sua transfiguração em um rolo rígido de fita crepe que lhe causou, no exame por um amigo, impacto perigoso. Isso, para não entrar em exemplos mais fortes, muitos bem conhecidos desde a vitória dada a Collor.

No processo eleitoral de agora, é interessante a ideia de libertação de Paulo Roberto Costa nesta última semana da campanha, como noticiado. Até por –e quase escrevo sobretudo por– favorecer também mais vazamentos de suas premiadas confissões.

Quando passar a utilidade do corrupto da Petrobras e de Alberto Youssef, que logo estarão em casa a desfrutar de suas fortunas, talvez se possa discutir, ao menos, o que a delação premiada é e o que, no máximo, poderia ser sem desmoralizar a já precária ideia de Justiça e a honestidade.

A aberração em Pernambuco

ONTEM E HOJE
Janio de Freitas

A eleição de governador em Pernambuco ameaça tornar-se a maior aberração das disputas nas urnas. No dia da morte de Eduardo Campos, 13 de agosto, o seu candidato Paulo Câmara estava com 13% da preferência eleitoral, inequívoca rejeição ante os 47% do adversário, Armando Monteiro. Na pesquisa seguinte, também do Datafolha, Câmara apareceu com 36% e, agora, com 43%, por efeito da morte de Eduardo Campos.

A conduta submissa à apelação sentimentaloide não diz bem de um eleitorado que, por seu voto consciente, já teve a valentia de enfrentar –e venceu– até batalha contra a CIA, que mandou agentes e mercenários para impedir a (primeira) vitória de Miguel Arraes.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Ibope também mostra vitória de Dilma nos dois turnos e contra qualquer candidato


Folha de S. Paulo estupra o gráfico para aproximar Aécio de Dilma


Minas: Pimentel vence com facilidade no primeiro turno

Pimentel tem 45% e Pimenta, 25%, em Minas Gerais, diz Ibope

Instituto entrevistou 2.002 eleitores entre os dias 27 e 29 de setembro.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Do G1 MG

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (30) aponta os seguintes percentuais de intenção de voto na corrida para o governo de Minas Gerais:


  • Fernando Pimentel (PT) – 45% das intenções de voto
  • Pimenta da Veiga (PSDB) – 25%
  • Tarcísio Delgado (PSB) – 3%
  • Cleide Donária (PCO) – 1%
  • Fidélis (PSOL) – 1%
  • Professor Túlio Lopes (PCB) – 1%
  • Eduardo Ferreira (PSDC) – 0%
  • Brancos e nulos: 10%
  • Não sabe: 14%

Com o resultado, Pimentel venceria no primeiro turno se as eleições fossem hoje, já que o percentual intenção de votos que ele alcançou é maior que a soma dos demais concorrentes. O candidato do PT subiu um ponto percentual em relação ao levantamento anterior, realizado pelo instituto entre 20 e 22 de setembro. O concorrente do PSDB manteve o mesmo percentual.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo.

Segundo turno
O Ibope fez uma simulação de segundo turno entre Fernando Pimentel e Pimenta da Veiga. Os resultados são os seguintes:
Pimentel: 46%
Pimenta: 27%
Branco/nulo: 12%
Não sabe/não respondeu: 15%

Rejeição
O Ibope também apontou a rejeição dos candidatos. A maior rejeição é de Fidélis (15%) e Pimenta da Veiga (15%). Na sequência, aparecem Pimentel (12%), Tarcísio (10%), Eduardo (9%), Professor Túlio Lopes (9%), Cleide (8%).

Avaliação do governador
Na mesma pesquisa, os eleitores também responderam sobre a avaliação ao governo Alberto Pinto Coelho. Segundo o Ibope, 33% disseram que a administração dele é "ótima ou boa". Outros 30% afirmaram que ela é regular. Os que dizem que é “ruim ou péssima” somam 17%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 27 e 29 de setembro. Foram entrevistados 2.002 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, a probabilidade do resultado retratar a realidade é de 95%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) sob o número 00164/2014.

Datafolha tenta levar Aécio ao segundo turno

Agora é pesquisa um dia sim e outro também...



Poxa, Levy, você não entendeu nada




Nada mesmo.

Tem gente que se choca com casal gay se beijando.

Eu me choco com outras coisas. As calorias da paçoquinha, o preço do metrô, a velocidade com a qual a bateria do meu celular acaba.

Mas uma coisa que me choca muito mesmo é discurso arcaico, fora de época, retrô (ou vintage, para ser cool). E me choco ainda mais, como bem disse Gregorio Duvivier, com falta de serhumanidade.

É até difícil argumentar quando o discurso é tão nonsense. Aparelho excretor, enfrentamento de minorias, vergonha na cara, Vaticano, Avenida Paulista, vovô, problemas. Só faltou jogar confete e serpentina e tocar Whisky a go-go.

Simplesmente não consigo entender como a alguém se sente ameaçado por um casal feliz passeando na Paulista de mãos dadas. Mas as pessoas são realmente estranhas. Eu, por exemplo, me sinto profundamente incomodada com molho de tomate que respinga no bigode quando se come spaghetti.

Tem gente que diz “não ligo para os gays, só não quero que eles se beijem na frente dos meus filhos”.
Eu ainda não tenho filhos. Mas quero que eles cresçam vendo gays se beijando pra caramba. Se tiver um beijaço LGBT, melhor ainda. Quero que eles cresçam encantados pelo amor, em todas suas formas.

Tenho medo é de ter filhos que ouçam esse tipo de coisa. Tenho medo é de ter filhos que convivam com gente pobre de espírito e inconsequente nas palavras. Ou pior, que achem que o natural é ser assim, troglodita. Isso sim, é uma ameça na minha cabeça.

É verdade, não vamos negar, que dois aparelhos reprodutores do mesmo sexo ainda não conseguem gerar um filho.

Mas poxa, Levy, você não entendeu nada.

Não estamos falando de biologia, de genética. Estamos falando de gente. E uma coisa te garanto: duas pessoas do mesmo sexo reproduzem coisa mais importante do que filhos. Reproduzem amor.  Mas acho que disso o senhor não entende mesmo.

Bons tempos em que só falávamos em aerotrem.

*

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OAB nega registro ao degenerado Joaquim Barbosta

Sem ética, Barbosa tem registro negado pela OAB

Ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa teve seu registro de advogado negado pela seccional da Ordem dos Advogados do Brasil, do Distrito Federal; presidente da entidade, Ibaneis Rocha alegou que ele feriu a ética profissional quando exerceu a magistratura; durante seu estrelato, Barbosa ofendeu advogados e fez até com que o defensor de José Genoino, Luiz Fernando Pacheco, fosse retirado do plenário do STF por seguranças da casa – fato inédito na história do Judiciário; agora, veio o troco.

247 – O ex-presidente do STF Joaquim Barbosa colheu nesta segunda-feira 30, na seção do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, uma parte do que semeou no exercício do cargo. Ele teve seu pedido de registro profissional como advogado recusado pela OAB-DF, sob a justificativa, registrada pelo presidente da entidade, Ibaneis Rocha, de ter "ferido a ética profissional".

Barbosa destratou dois advogados, Maurício Corrêa, já falecido, e José Gerardo Grossi, durante seu período como ministro do Supremo. A OAB, em cada uma das ocasiões, realizou atos de desagravo aos profissionais.

Agora, Barbosa terá de recorrer à comissão de seleção da OAB se quiser pertencer à classe que, nitidamente, não o quer. Ele foi comunicado do indeferimento de seu pedido nesta segunda 30.


Barbosa também pode recorrer à Justiça para ter direito ao registro da Ordem. Ele é formado em Direito e antes de ser ministro do STF era procurador da República concursado. O problema é o risco de ser humilhado novamente, com outras recusas.

Leia, abaixo, a íntegra do despacho do presidente da OAB-DF:

EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA COMISSÃO DE SELEÇÃO DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, CONSELHO SECCIONAL DO DISTRITO FEDERAL

“O desapreço do Excelentíssimo Sr. Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal pela advocacia já foi externado diversas vezes e é de conhecimento público e notório.”
Márcio Thomaz Bastos, Membro Honorário Vitalício do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, por ocasião do desagravo realizado em 10.06.2014 de que foi o orador.

IBANEIS ROCHA BARROS JUNIOR, brasileiro, casado, advogado inscrito na OAB/DF sob o n.º 11.555, vem à presença de V. Exa. propor IMPUGNAÇÃO ao pedido de inscrição originária formulado pelo Sr. Ministro aposentado JOAQUIM BENEDITO BARBOSA GOMES, constante do Edital de Inscrição de 19 de setembro de 2014, pelos fatos a seguir aduzidos.

Em 23 de novembro de 2006 o Requerente, na condição de Ministro do Supremo Tribunal Federal, atacou a honra de Membro Honorário desta Seccional, o advogado Maurício Corrêa, a quem imputou a prática do crime previsto no art. 332 do Código Penal, verbis : “Se o ex-presidente desta Casa, Ministro Maurício Corrêa não é o advogado da causa, então, trata-se de um caso de tráfico de influência que precisa ser apurado”, o que resultou na concessão de desagravo público pelo Conselho Seccional da OAB-DF (Protocolo nº 06127/2006, cópia em anexo).
Quando o Requerente ocupou a Presidência do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal seus atos e suas declarações contra a classe dos advogados subiram de tom e ganharam grande repercussão nacional. Vejamos, segundo o clipping em anexo:

a)​Em 19 de março de 2013, durante sessão do CNJ, generalizou suas críticas afirmando a existência de “conluio” entre advogados e juízes, verbis: “Há muitos [juízes] para colocar para fora. Esse conluio entre juízes e advogados é o que há de mais pernicioso. Nós sabemos que há decisões graciosas, condescendentes, absolutamente fora das regras”, o que resultou em manifestação conjunta do Conselho Federal da OAB, da Associação dos Juízes Federais (Ajufe) e Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB);

b)​Em 08 de abril de 2013, sobre a criação de novos Tribunais Regionais Federais aprovada pela Proposta de Emenda Constituição nº 544, de 2002, apoiada institucionalmente pela Ordem dos Advogados do Brasil, afirmou o seguinte: “Os Tribunais vão servir para dar emprego para advogados...”; “e vão ser criados em resorts, em alguma grande praia...”; “foi uma negociação na surdina, sorrateira”; o que redundou em nota oficial à imprensa aprovada à unanimidade pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

c)​Em 14 de maio de 2013, também em sessão do CNJ, o então Ministro-Presidente afirmou, em tom jocoso, que: “Mas a maioria dos advogados não acorda lá pelas 11h mesmo?” e “A Constituição não outorga direito absoluto a nenhuma categoria. Essa norma fere o dispositivo legal, ou são os advogados que gozam de direito absoluto no país?”, o que foi firmemente repudiado por diversas entidades da advocacia, notadamente pelo Instituto dos Advogados de São Paulo, pelo Movimento de Defesa da Advocacia, pela Associação dos Advogados de São Paulo e pela Diretoria do Conselho Federal da OAB;

d)​Em 11 de março de 2014 o Requerente votou vencido no Conselho Nacional de Justiça contra a isenção de despesas relativas à manutenção das salas dos advogados nos fóruns. Na oportunidade, criticou duramente a Ordem dos Advogados: “Precisa separar o público do privado. Que pague proporcionalmente pela ocupação dos espaços. Não ter essa postura ambígua de ora é entidade de caráter público, para receber dinheiro público, ora atua como entidade privada cuida dos seus próprios interesses e não presta contas a ninguém. Quem não presta contas não deve receber nenhum tipo de vantagem pública”; o que também resultou em nota da Diretoria do Conselho Federal da OAB; e,

e)​Em 11 de junho de 2014, numa das últimas sessões do Supremo Tribunal Federal que presidiu, o Requerente “expulsou da tribuna do tribunal e pôs para fora da sessão mediante coação por seguranças o advogado Luiz Fernando Pacheco, que apresentava uma questão de ordem, no limite de sua atuação profissional, nos termos da Lei 8.906”, conforme nota de repúdio subscrita pela diretoria do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

Por fim, em 10 de junho de 2014, este Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal concedeu novo desagravo público, desta feita ao advogado José Gerardo Grossi, atingido em suas prerrogativas profissionais pelo então Min. Joaquim Barbosa em decisão judicial assim lançada: “No caso sob exame, além do mais, é lícito vislumbrar na oferta de trabalho em causa mera action de complaisance entre copains, absolutamente incompatível com a execução de uma sentença penal. (...) É de se indagar: o direito de punir indivíduos devidamente condenados pela prática de crimes, que é uma prerrogativa típica de Estado, compatibiliza-se com esse inaceitável trade-off entre proprietários de escritórios de advocacia criminal? Harmoniza-se tudo isso com o interesse público, com o direito da sociedade de ver os condenados cumprirem rigorosamente as penas que lhes foram impostas? O exercício da advocacia é atividade nobre, revestida de inúmeras prerrogativas. Não se presta a arranjos visivelmente voltados a contornar a necessidade e o dever de observância estrita das leis e das decisões da Justiça” (Processo nº 07.0000.2014.012285-2, cópia em anexo).

Diante disso, venho pela presente apresentar impugnação ao pedido de inscrição originária formulado pelo Sr. Ministro aposentado JOAQUIM BENEDITO BARBOSA GOMES, constante do Edital de Inscrição de 19 de setembro de 2014, pugnando pelo indeferimento de seu pleito, que não atende aos ditames do art. 8º da Lei nº 8.906/94 (Estatuto da Advocacia e OAB), notadamente a seu inciso VI, pelos fundamentos já expostos.

Nestes Termos,
Pede Deferimento.

Brasília/DF, 26 de setembro de 2014.

IBANEIS ROCHA BARROS JUNIOR
OAB/DF n.º 11.5554 

Os três patéticos comentam o discurso de Dilma na ONU


Já imaginou se nossa política externa fosse comandada por um time como Demétrio Magnoli, Reinaldo Azevedo e Arnaldo Jabor?


Sábio é o ditado de que "Deus não dá asa a cobra".

Já imaginou se nossa política externa fosse comandada por um time como Demétrio Magnoli, Reinaldo Azevedo e Arnaldo Jabor?

A única dúvida seria a de onde estariam nossas tropas na semana que vem.

Moe, Larry e Shemp não leram, não ouviram e mesmo assim não gostaram do discurso da presidente Dilma na ONU. Uma semana depois, o episódio ainda rende comentários.

Como ousam Dilma e o Itamaraty invocar a solução pacífica dos conflitos, enquanto os três patéticos pedem Capitão América e Rambo?

Esse princípio constitucional da política externa brasileira acabou virando, com a obtusa ajuda do Partido da Imprensa Golpista, mais um legado do petismo.

Se Azevedo, Magnoli e Jabor nos mostram que a história do Brasil realmente começou com Lula e Dilma, quem somos nós para discordar?

Os pistoleiros de nossa política externa acusaram Dilma de querer negociar com terroristas e até de reconhecer o Estado Islâmico - balas de festim do esforço concentrado para derrubar qualquer meia dúzia de votos da presidenta. Quanto vale esse esforço?

O mais intrigante é que os terroristas do Estado Islâmico têm sotaque britânico; usam armas do Ocidente; combatem, na Síria, o arqui-inimigo Bashar al-Assad; são adversários históricos dos xiitas iranianos.

Nos anos 1980, no velho Jornal Nacional, Paulo Francis e Cid Moreira davam pedagógicas lições diárias sobre o conflito entre Irã e Iraque.

Fomos adestrados a entender que, no mundo islâmico, os xiitas são os malvados, e os sunitas, os bacanas.

Até o PT chegou a ser apelidado de xiita, em homenagem aos malvados, claro.
O tempo passou e os bacanas deram origem à Al Qaeda e, "voilà", ao Estado Islâmico.

Às vésperas da eleição, a tentativa de se criar alguma celeuma sobre o discurso de Dilma na ONU mostrou apenas que os três colunistas do apocalipse fazem qualquer negócio para massagear sua presunção de formadores de opinião e atacar até mesmo o óbvio ululante.%u20B Afinal, o óbvio ululante só pode ser lulista.

Realmente patético.


(*) Antonio Lassance é cientista político.

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Escolha seu candidato do Partido Progressista (PP)




Vazamento premiado e o fator Youssef


Novembro/dezembro de 1989: com a possibilidade de um candidato metalúrgico chegar ao poder, a elite dominante se uniu para fechar a porta do Planalto. A empreitada produziu momentos inesquecíveis da baixaria eleitoral.

Primeiro foram atrás de uma ex-mulher de Lula para "acusá-lo" de defender o aborto. Não bastou. Com a ajuda da polícia paulista, o sequestro do empresário Abilio Diniz foi atribuído a grupos internacionais supostamente simpáticos ao PT. Fotografias de sequestradores com a camiseta do partido circularam sorrateiramente, de preferência nem tanto.

Também era pouco. Faltava a televisão. Numa edição que o então diretor de jornalismo da TV Globo, Armando Nogueira, admitiu anos depois ter sido enviesada, o debate entre Lula e Collor carregou nas tintas em favor do autointitulado caçador de marajás. Para fechar o cerco, denúncias de fraude em massa na Bahia foram sufocadas para selar a vitória de Collor. O resto é de todos conhecido.

Setembro/outubro de 2014: numa sucessão galopante, "denúncias" e mais "denúncias" aparecem para tentar provar que o governo petista não passa de uma quadrilha de saqueadores. A origem são as tais delações premiadas, diante das quais dispensam-se provas ou evidências cabais. O réu fala o que quiser, e seria um sinal de retardo mental acreditar que vá falar algo em seu prejuízo.

Basta ver as reportagens. Os verbos mais usados são indicam, sugerem, supõem, fazem crer, sinalizam –tudo com muito cuidado para, ao mesmo tempo, espalhar a dúvida e escapar de processos. Chega-se ao ponto de acusar o ex-ministro Antonio Palocci de pedir a doleiros recursos para a campanha de Dilma. Mas a mesma reportagem reconhece não haver provas de que o dinheiro jorrou. Lembra aquela outra peça de ficção, assinada por um hoje influente assessor de governo tucano, que acusava petistas de ganhar por fora, mas declarava, ao mesmo tempo, não ter condição de confirmar ou desmentir as próprias afirmações transformadas em capa! Nota: nada foi comprovado.

O clima agora é parecido, mas os personagens atrapalham a oposição. O frisson do momento é a delação premiada de Alberto Youssef. Mas quem é Youssef? Um mergulho num passado não tão distante mostra que ele foi um dos doleiros usados pelo então operador do caixa do PSDB, Ricardo Sérgio, para "externalizar", num linguajar ao gosto da legenda, propinas da privatização selvagem dos anos 1990.

Youssef é velho de guerra tanto em delitos com em delação premiada. Já fez uma em 2004, na época da CPI do Banestado, quando se comprometeu a nunca mais sair da linha. O tamanho de sua confiabilidade aparece em sua situação atual. Está preso de novo. Quem diz é o Ministério Público: "Mesmo tendo feito termo de colaboração com a Justiça (...), voltou a delinquir, indicando que transformou o crime em verdadeiro meio de vida." É num sujeito com tal reputação que oposicionistas apostam suas fichas.

Resumo da ópera: sem investigação a fundo, nada vale. Espera-se que a esdrúxula teoria do domínio do fato tenha sido enterrada na gestão Joaquim Barbosa, atualmente mais preocupado com tarifas telefônicas. Goste-se ou não, o bueiro escavado em governos pregressos e nas privatizações feitas no "limite da irresponsabilidade" está sendo aberto pelas administrações petistas. Talvez por isso Dilma tenha deslanchado nas pesquisas, enquanto Marina e Aécio (com aquele ar de falsa virgem já inúmeras vezes deflorada) patinam nas intenções de voto.

Marina é sustentada desde 2010 por sonegadores

Instituto de Marina levou R$ 6,8 mi de Neca e Leal
Acionistas do Itaú e da Natura, Neca Setubal e Guilherme Leal bancaram praticamente todos os custos do Instituto Democracia e Sustentabilidade, criado por Marina Silva; ambos deram R$ 6,8 milhões, em cotas idênticas de R$ 3,4 milhões, dos R$ 7 milhões arrecadados pela entidade desde 2010; revelação foi feita pela ex-secretária-executiva da ONG, Alexandra Reschke, ao jornalista Thiago Herdy, do jornal O Globo; tanto o Itaú quanto a Natura foram multados pela Receita Federal durante o governo Dilma; o banco em R$ 18,7 bilhões e a produtora de cosméticos em R$ 628 milhões; Neca, que fala em nome da candidata sobre temas como a independência do Banco Central, também doou mais R$ 1 milhão para outra entidade criada pela ex-senadora, o Instituto Marina Silva.

247 - Dos R$ 7 milhões arrecadados desde 2010 pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), uma das ONGs de Marina Silva, 97,1% vieram de dois empresários que têm participação ativa em sua campanha: Neca Setubal, a herdeira do Itaú que coordena o seu programa de governo, e Guilherme Leal, um dos sócios da fabricante de cosméticos Natura. Cada um contribuiu com cerca de R$ 3,4 milhões, segundo a ex-secretária-executiva da entidade, Alexandra Reschke.

A revelação foi feita por ela ao jornalista Thiago Herdy, do jornal O Globo, e publicada nesta terça-feira pelo jornal. Procurado pelo jornal, Leal confirmou ter feito a doação de R$ 3,4 milhões. Neca, que concedeu entrevistas falando em nome da candidata do PSB e defendendo temas como a independência do Banco Central, confirmou a doação, mas não o valor.

A doação de Neca não se restringe ao IDS. Ela também bancou 83% dos custos de outra ONG da candidata do PSB, o Instituto Marina Silva, com uma doação de R$ 1 milhão em 2013 (leia mais aqui).

Na entrevista ao Globo, Guilherme Leal afirmou que "ideais debatidas e consensuadas no IDS são convergentes com o ideário de Marina". Neca Setubal, por sua vez, já foi presidente da entidade, que a tem como uma das principais mantenedoras.

Durante o governo da presidente Dilma, tanto o Itaú quanto a Natura foram autuados pela Receita Federal por suposta sonegação de impostos. O banco, em R$ 18,7 bilhões, pelos efeitos da incorporação do Unibanco. A fabricante de cosméticos, em R$ 628 milhões.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Relatório de situação - 6

Depois das pesquisas com diferenças de 13, 14, 16 pontos a favor de Dilma nem sei o que faria se fosse da mídia. Talvez seja por isso que o reaça grosseiro Josias de Souza esteja xingando Marina. Aparentemente seria melhor descer o porrete em Marina para Aécio ir para o segundo turno, mas quem garante que os votos da beata irão para o senador carioca? A tática de levar a eleição para o segundo turno daquele jeito conhecido não está entusiasmando ninguém com dois candidatos tão ruins quanto Marina e Aécio. Por outro lado Dilma está num crescendo difícil de ser interrompido, mesmo que consigam levar para o segundo turno. Não é só a intenção de voto que aumenta: a aprovação do governo cresce e a desaprovação desaba. Com uma governante com mais de 70% de regular, bom e ótimo seria necessário um candidato forte, consistente e popular. A boa aparência de Aécio com a história de superação de Marina e o prestígio que FHC tem entre os coxinhas, tudo bem misturado com a ausência de ética, moral ou caráter de Serra e o apoio monolítico da mídia poderiam vencer Dilma, mas nenhum deles individualmente, mesmo que tivesse o apoio real dos outros, pode vencer um governo encabeçado por uma mulher ética e moralmente inatacável e com muito trabalho para mostrar. Melhor ainda que isso é o discurso brilhante que Dilma está usando para o tema da corrupção. Nenhum brasileiro fora das hostes da UDN leva a sério a tese coxinha de que a corrupção nasceu em 2003 depois de 502 anos de governos probos e íntegros. Parece-me que a maioria dos brasileiros acredita que o PT é corrupto como os outros, injustiça: é bem menos, mas tem uma real preocupação com a vida da população humilde e um amontoado de medidas e programas que melhorou a vida de todos. Acho que isso explica porque a intenção de voto do PT aumenta tanto na véspera das eleições, melhor do que a fraude (real) dos institutos de pesquisa.

Resumindo: a vantagem imensa de Dilma, agora impossível de esconder, deve levar alguns indecisos e outros eleitores de nanicos a repensar o voto e, combinado com alguns votos tomados de Marina, levar Dilma à vitória no primeiro turno. Num eventual segundo turno de Dilma com 45 ou 47% dos votos válidos contra qualquer um dos outros dois abaixo de 30% a vitória é certa. É preciso uma dose cavalar de criatividade e pessimismo para acreditar que a mídia vai conseguir algo crível contra Dilma com força suficiente para mudar a opinião de quem nela votou no primeiro turno. Não tirando os votos de Dilma restaria ao outro candidato conseguir uns 80% dos votos, no mínimo, dos outros candidatos, fato que pertence ao gênero do realismo fantástico. Otimismo total.

A anatomia de Levy Fidelix


Vox Populi indica vitória de Dilma por 16 pontos no 1º turno e 7 pontos no 2º

Vox Populi indica vantagem menor no 1º turno, mas Dilma venceria Marina no 2º
Aécio Neves (PSDB) cresce um ponto percentual e chega a 18% da preferência do eleitorado

A vantagem em intenções de voto da presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, sobre a candidata Marina Silva (PSB) recuou para 16 pontos percentuais no primeiro turno, mas a petista derrotaria a ex-senadora no segundo turno se as eleições fossem hoje, de acordo com pesquisa Vox Populi/Rede Record divulgada nesta segunda-feira (29).

Nas intenções de voto do primeiro turno, Dilma manteve os 40% da preferência registrada na pesquisa anterior, enquanto a ex-senadora marcou 24% — antes, tinha 22%. Aécio Neves (PSDB) registrou 18% de intenções de voto — um ponto percentual a mais que na semana passada (veja arte abaixo).

Os candidatos Everaldo Pereira (PSC) e Luciana Genro (PSOL) marcaram 1% nas intenções de voto cada. Por outro lado, os candidatos Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Eymael (PSDC), Rui Costa Pimenta (PCO), Mauro Iasi (PCB), Zé Maria (PSTU) não marcaram pontos. Os brancos e nulos são 6% do total, enquanto os eleitores indecisos somam 11%.

Regiões

Numericamente, a candidata Dilma Rousseff (PT) tem a maior parte da preferência dos eleitores em todas as regiões brasileiras.

No Sudeste, onde se concentra a maioria dos eleitores do País, Dilma tem 29% das intenções de voto, contra 26% de Marina Silva (PSB) e 21% de Aécio Neves (PSDB). Os outros candidatos têm 2% juntos, os brancos e nulos somam 9% e os eleitores indecisos são 14%.

No Nordeste, Dilma aparece com 60% das intenções de voto, contra 20% de Marina e 8% do tucano. Os demais candidatos totalizam 1%, enquanto os brancos e nulos são 4% e os indecisos, 6%.

No Sul, a petista tem 35% das menções, contra 29% de Aécio Neves e 17% da ex-senadora. Os demais candidatos somam 3%, os brancos e nulos são 4% e os indecisos totalizam 12%.

Por fim, no Centro-Oeste/Norte do País, a petista tem 40%, Marina aparece com 28% e Aécio marca 19%. Outros candidatos totalizam 1%, brancos e nulos são 2% e os eleitores que não sabem ou não responderam chegam a 10%.

2º turno

O Vox Populi fez duas simulações de segundo turno. Na primeira, com Dilma Rousseff (PT) contra Marina Silva (PSB), a presidente tem 46% das intenções de voto, contra 39% da ex-senadora. Os brancos e nulos são 9% do total, e os indecisos totalizam 6%. Considerando a margem de erro, portanto, Dilma seria reeleita.

Em outro cenário, com Dilma Rousseff (PT) contra Aécio Neves (PSDB), a presidente tem 48% da preferência, contra 38% do tucano. Os brancos e nulos totalizam 9%, e os eleitores que não sabem ou não responderam somam 5%. Neste caso, Dilma também venceria a disputa.
A pesquisa Vox Populi ouviu 2.000 eleitores de 147 cidades brasileiras entre o último sábado (27) e o domingo (28). A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o número BR - 00888/2014.

Pesquisa mostra vantagem de Dilma de 15 pontos no primeiro turno e 9 no segundo



CNT/MDA: Dilma abre 9 pontos no segundo turno

247 Primeira pesquisa da semana que antecede as eleições presidenciais, levantamento CNT/MDA aponta vantagem de 15,2 pontos da presidente Dilma Rousseff sobre Marina Silva no primeiro turno. A candidata do PSB, que caiu 2,2 pontos em relação à última mostra, de uma semana atrás, tem agora 25,2% das intenções de voto.

Aécio Neves, que havia registrado 17,6% das intenções de voto na última terça-feira 23, cresceu para 19,8% nesta segunda-feira 29, se aproximando da segunda colocada. O avanço da candidata à reeleição, que agora tem 40,4% das intenções de voto, foi de 4,4 pontos se comparado com a última pesquisa.

Luciana Genro (PSol) cresceu de 0,9% para 1,2%. Já Pastor Everaldo (PSC) reduziu de 0,8% para 0,6%. Os outros candidatos aparecem com 0,5%, enquanto votos brancos e nulos somam 5,9%. Outros 6,4% não sabem ou não responderam.

Em simulação de segundo turno entre Dilma e Marina, a presidente seria reeleita com 47,7% das intenções de voto, contra 38,7% da adversária, uma vantagem de nove pontos percentuais. Na pesquisa anterior, essa distância era de apenas um ponto percentual: 42% de Dilma contra 41% de Marina.

No cenário entre Dilma e Aécio, ela tem a preferência de 49,1% dos eleitores, enquanto o tucano aparece com 36,8%. No terceiro cenário, que simula a disputa de segundo turno entre Marina e Aécio, a candidata do PSB tem 41,1% das intenções de voto, contra 36% do presidenciável pelo PSDB.

Segundo a pesquisa, Dilma e Marina lideram a lista dos candidatos com mais probabilidade de receberem votos dos indecisos. Dos entrevistados que ainda não sabem em quem votar, 43,8% dizem que poderão votar na petista; 40,6% citam Marina Silva; 28,9% poderão votar em Aécio. A resposta era de múltipla escolha.

Avaliação do governo Dilma

A avaliação positiva do governo cresceu na última pesquisa, aponta o levantamento. Entre os entrevistados, 41% consideram o governo da presidente Dilma ótimo ou bom. Na pesquisa anterior, o índice estava em 37,4%. A avaliação negativa passou de 25,1%, do levantamento anterior, para 23,5%.

Também com alta (de 4,2 pontos), a aprovação do desempenho pessoal de Dilma Rousseff chegou a 55,6%. O total de eleitores que a desaprovam caiu de 43,8% para 40,1%.

Neste levantamento, foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 estados das cinco regiões, nos dias 27 e 28 de setembro de 2014. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Confira a íntegra da pesquisa clicando aqui


TSE garante novo direito de resposta a Dilma no programa do Peidador Everaldo

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Tarcisio Vieira concedeu direito de resposta à coligação Com a Força do Povo, da candidata Dilma Rousseff (PT), referente ao programa do candidato à presidência pelo Partido Social Cristão (PSC), Pastor Everaldo, que perdeu um minuto do tempo de televisão do Horário Eleitorial Gratuito, no turno da noite.

O conteúdo foi considerado pelo ministro-relator ofensivo e ultrapassou os limites da crítica e do debate político.

A decisão responde a uma representação apresentada pela candidata à reeleição e sua coligação após veiculação de propaganda de Pastor Everaldo, no último dia 18. No programa, o candidato citou que Correios, Banco do Brasil e a Petrobras passaram por corrupção. Ele afirmou que “nosso dinheiro está sendo roubado por esse bando de ladrões”.

O conteúdo foi considerado pelo ministro-relator ofensivo e ultrapassou os limites da crítica e do debate político. Na decisão, destacou ainda que postura semelhante por parte do mesmo candidato já havia levado o TSE a retirar um minuto no rádio e dois minutos na televisão de seu tempo de propaganda, a fim de garantir direito de resposta a Dilma Rousseff. A decisão foi tomada neste último sábado (27).

Já o ministro Admar Gonzaga negou três pedidos de direitos de resposta da coligação Com a Força do Povo, que pediu a suspensão imediata de duas propagandas televisivas da coligação Unidos pelo Brasil, de Marina Silva (PSB), e uma da coligação Muda Mais, de Aécio Neves (PSDB). Nos casos, o pedido foi indeferido porque o ministro não identificou declarações ofensivas a Dilma e ao Partido dos Trabalhadores (PT).

Fonte: Agência Brasil

Dados do Senado provam: Marina mentiu sobre CPMF

247 - A ex-senadora Marina Silva mentiu no debate da Rede Bandeirantes e, ontem, não conseguiu sair da saia justa quando foi confrontada sobre isso pela presidente Dilma Rousseff, no ponto mais quente do enfrentamento entre os candidatos à presidência da República.

Logo na primeira pergunta, Dilma questionou Marina sobre como ela havia votado na questão da CPMF – na Band, ela havia dito não fazer "oposição pela oposição", citando o caso da CPMF, quando teria sido a favor, mesmo contrariando a vontade de seu partido.

Sem responder, Marina apenas tergiversou, dizendo ter sido a favor, quando se tratava de um fundo para combate à pobreza.

Na realidade, houve quatro votações sobre a CPMF, durante o período em que Marina Silva foi senadora. E, em todos os casos, ela votou contra.

Foi o que aconteceu em 18 de outubro em 1995 e 8 de novembro do mesmo ano, quando tramitaram em primeiro e segundo turnos a Proposta de Emenda Constitucional 40/1995. E também em 6 e 19 de janeiro de 1999, quando foi a vez da PEC 34/1998. Nas quatro oportunidades, Marina Silva votou não.

"Me estarrece que a senhora não se lembre que votou quatro vezes contra a CPMF", disse a presidente Dilma. Na saída, o presidente do PT, Rui Falcão, celebrou o que considerou uma importante vitória. "A Marina foi pega na mentira e isso já valeu o debate".

Antes mesmo do fim do encontro, uma inserção comercial da coligação "Com a força do povo", da qual faz parte o PT, já apontava a mentira de Marina sobre a CPMF.

Confira, abaixo, como foram os votos da ex-senadora nas quatro oportunidades:

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